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sábado, julho 2

Opel

Vou aqui começar um ciclo sobre marcas.
Decidi iniciar esta série de posts com a Opel por uma razão muito simple: tinha que começar com algum e já que o meu bólide tem assinatura Corsa, vou dar prioridade às marcas cá da casa.
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Uma boa marca não dura para sempre, tem que ser ajustada e reajustada quando as circunstâncias próprias do passar dos tempos ditam estes ajustas nas marcas.
A história da marca da “Opel” ilustra esta primeira afirmação.
Adam Opel fundou a sua empresa em 1862, que produzia máquinas de costura.
As iniciais do nome de Adam Opel serviram no início como monograma e sigla da companhia.
Com o virar do século, a “Opel” virou-se para a produção de bicicletas e a marca sofreu também alterações: com claras influências Arte Nova, surgia o nome de família “Opel” como denominação comercial da empresa.
Em 1890, o termo “relâmpago” é referido pela primeira vez para identificar as bicicletas saídas desta fábrica. O nome exacto das bicicletas era Victoria Blitz.
Com o início da produção de automóveis, em 1899 surge o primeiro símbolo de fábrica: um elmo com uma inscrição no interior e era colocado no lado direito do veículo.
Esta marca foi sofrendo alteração em cima de alteração, chegando ao ponto de no mesmo ano mudar 2 e 3 vezes de símbolo. Chegou a usar um zeppelin como símbolo da companhia. Este zeppelin foi o último e derradeiro símbolo da marca para se chegar a um consenso e perceber que tinham que ter aplicações coerentes da marca. Passou a usar-se um raio como alusão à velocidade a partir dos anos 50/60. No entanto só por volta dos anos 80 é que a marca estaria mais ou menos uniformizada, o raio também foi alvo de variados restylings até chegar ao que conhecemos hoje.
Em 1985 o símbolo da Opel sofreu uma extrema simplificação, tornando-se na marca que conhecemos hoje. E ainda bem que assim foi, as marcas mais simples são as mais fortes graficamente, são as que melhor retemos na nossa memória e são as que vivem mais tempo.