
Após 50 anos de existência, a comemorar no dia de hoje, "Barbie" é uma daquelas marcas que quase, quase se torna em substantivo que descreve o objecto em causa. Mas no caso dela, é mais uma referência. Por isso é que cada vez que surge, numa parte do mundo com valores ou parâmetros diferentes dos do Ocidente, uma boneca com as mesmas dimensões, ela é "a Barbie-qualquer-coisa". Uma das mais bem sucedidas é a "Barbie síria", a Fulla.
Ela é solteira, orgulhosa de ser uma mulher independente. No dia dos namorados de 2004, Barbie terminou a "relação" com o seu companheiro de sempre, Ken, após 43 anos de enlevo.
Diz-se que a Barbie é a boneca anatomicamente impossível. Aquela cintura de vespa, os pés em eternas pontas e a altura e peito pronunciado torná-la-iam um ser humano desequilibrado, por ter proporções tão irreais. A Mattel diz que nunca a tentou transpor para a realidade, mas a ciência já tentou perceber se a Barbie podia ou não ser real. Um estudo da Universidade de South Australia, citado pela BBC, concluiu que ela não é impossível - é apenas muito improvável. As probabilidades de uma mulher ter o corpo da Barbie são de um para cem mil.
in P2
Eu cá gostava de ver (e brincar) com uma Barbie humana!