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terça-feira, janeiro 13

segunda-feira, janeiro 12

O meu fim-de-semana foi assim

No sábado nada de relevante a relatar. Estive o dia praticamente todo de molho a recuperar de uma ida ao dentista!
No Domingo fui ver o meu Murteirense dar um banho de bola ao Carcavelos.
A perder por 1-0, rapidamente demos a volta por cima e acabámos com uma vitória por 2-1 e com o 3º lugar no pódio da classificação.
A seguir ao Murteirense o programa era ir a casa do vizinho polícia ver o Glorioso. Não aconteceu.
Repensei as minhas opções e entre ir ao estádio da luz , desculpem, Estádio da Luz, e ir assistir ao jogo em casa de um polícia que também é do Sporting casado com uma fulana do FêCêPê é demasiado óbvia a resposta né?
E lá fui!
Ganhámos.
Ainda fui cravar um frango assado a casa de uns amigos e ver o grande Trofense atrofiar as contas do campeonato outra vez.
E eu agradeço, o atrofio e o frango!

domingo, janeiro 11

80



Não tenho por hábito escrever ao Domingo, mas hoje é um dia muito especial: Tintin faz hoje 80 anos!

Nos primeiros dias de Janeiro de 1929, o jornal belga Vingtième Siècle incluiu um discreto anúncio. Em fundo, as cúpulas russas; em primeiro plano, um jovem de perfil, com uma cabeça redonda, nariz saliente, grandes sobrancelhas e cabelo rebelde caído para a testa. Calçava sapatos enormes e usava um fato de golfe aos quadrados. Na legenda: “Acompanhem, a partir da próxima quinta-feira, as extraordinárias aventuras de Tintin, repórter, e do seu cão, Milou, ao País dos Sovietes.”
Dito e feito: a 10 de Janeiro começou a ser publicada no suplemento infantil Petit Vingtième a primeira aventura daquele que se tornou um dos maiores ícones da BD mundial. Hergé entregava duas pranchas por semana, articulando gags e situações durante 69 episódios semanais, sem saber verdadeiramente até onde a narrativa o levaria e ao seu herói.
De onde lhe veio a ideia? A resposta de Hergé, numa carta enviada a um admirador, é de uma simplicidade tocante: “A ‘ideia’ da personagem Tintin e do tipo de aventuras que ele ia viver ocorreu-me, creio, em cinco minutos, no momento de esboçar pela primeira vez a silhueta desse herói: isso quer dizer que ele não tinha habitado os meus verdes anos, nem mesmo em sonhos”. Mas tem o cuidado de fazer uma ressalva: “É possível que eu me tenha imaginado, em criança, na pele de uma espécie de Tintin: nisso, mas apenas nisso, haveria uma cristalização de um sonho, sonho que é um pouco o de todas as crianças e não pertença em exclusivo do futuro Hergé”.

in Jornal Público

sábado, janeiro 10

resquícios parisienses # à noite


© Corto Maltese 2008

sexta-feira, janeiro 9

resquícios parisienses # atrás do parque


© Corto Maltese 2008