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sexta-feira, maio 4

Mulheres...

Hoje fiquei em casa no período da manhã.
Acordei quando a minha Pandora saíu, fiquei na ronha mais um bocadito e acabei por me levantar por volta das 1oh.
Trabalhei até ás 12h, tomei uma banhoca e saí, porque tinha uns assuntos por resolver em Lisboa.
Fui almoçar com a "patroa".
-Olá. (beijos) Então a tua manhã? -perguntei eu
-Normal. Fizeste a cama?
-Claro...

quarta-feira, maio 2

Atão não avisaram antes porquê?

Pois é! Este concurso de beleza para camelos na Arábia Saudita aconteceu mesmo! E se avisassem antes eu ainda era capaz de recolher e preparar uns quatro ou cinco que conheço pessoalmente! E como estou a precisar de trocar de carro até fazia um esforço extra. Segundo o enviado especial deste blog à Arábia Saudita, os concorrente disputavam 72 automóveis.
Talvez para o próximo ano, quem sabe...

segunda-feira, abril 30

futebóis # Afinal temos taça!

Apesar de todos dizerem que não, lá no fundo, no fundo, os benfiquistas continuavam a ambicionar o campeonato. Com o resultado de ontem, é tempo de dizer "p'ró ano há mais, e que o pessoal seja campeão!".
O empate deixa-nos arredados do título. Não acredito que o FêCêPê perca mais pontos, que os lagartos não ganhem um dos jogos e mais difícil ainda, que o Benfica vença os jogos todos.
Por muito que me custe admitir isto, uma equipa que não consegue "limpar" os outros candidatos no seu próprio estádio não merece ser campeão.
Mas... eu posso ainda ter uma outra alegria!
Amanhã vou assistir à final da Taça de Loures! Onde o meu Murteirense disputa o previlégio de erguer este troféu, que tem este ano a sua primeira edição!
E devo dizer que... já está ganho!

quinta-feira, abril 26

Morreu!

Morre lentamente quem não viaja; quem não lê; quem não ouve música; quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, quem não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão; quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos sem bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás dum sonho, quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar
Pablo Neruda

O disco do meu portátil morreu de repente!
Não avisou ninguém, simplesmente pifou!
Perdi um ano e meio de trabalho e 100€!
O que em nada me agradou!

terça-feira, abril 24

dia do design # Almada Negreiros II

ALMADA NEGREIROS E O CARTAZ PUBLICITÁRIO
exposição portuguesa em sevilha

A imagem representada no cartaz aqui apresentado foi prémio do concurso de cartazes para a Representação Portuguesa na Exposição de Sevilha de 1929. O objectivo a que o autor se propôs, e conseguiu com este vencer o concurso, foi marcar a Exposição de Sevilha em Portugal de uma forma popular e artística, fazendo com que esta forma de propaganda se tornasse no suporte gráfico da época com maior visibilidade do Estado Novo.
A imagem feminina aqui representada caracteriza um personagem característico do panorama social da época, uma varina. Esta representação adopta uma forma estilizada segurando um escudo com as cinco quinas da república portuguesa, era uma original alusão ao real, obedecendo às características por todos seguidas na década de propaganda ao Estado Novo, através de uma relação evidente com os símbolos nacionalistas através da representação das quinas da bandeira nacional.
Este cartaz foi desenhado no ano anterior ao da exposição em terras espanholas, tendo então, sido impresso e publicado no ano da exposição, do qual foram impressos 5000 exemplares na Empreza do Bolhão, no Porto. Este cartaz faz parte da colecção de cartazes publicitários da Empreza do Bolhão, actualmente propriedade do grupo Higifarma. Esta colecção é extremamente significativa e representativa do que se fazia na época em termos gráficos e é um espelho da sociedade da primeira metade do século XX.
Utilizou-se como técnica de impressão a Litografia, numa época em que a Empreza do Bolhão passava por um período de modernização a nível de impressão.
Este cartaz comemorativo tinha um formato de 99x70, o que significa que já por esta altura se tinham preocupações para com o desperdício de papel utilizando já então um formato standard na impressão deste tipo de cartazes.
Como se percebe pelo mapa cromático utilizado na concepção do cartaz, percebe que o autor tentou também representar o que o nosso país tem de melhor: o sol, aqui simbolizado pela enorme mancha de amarelo, um tom quente por excelência, e o mar, caricaturado pela mancha de azul.
© C.R. 2007


Cartaz para a “Exposição Portuguesa em Sevilha”.
Colecção da “Empresa do Bolhão”.

Ano: 1929