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quarta-feira, janeiro 24

Como disse?



Sempre pensei que para haver bruschetta eram preciso dois...
Duo de Bruschetta é uma redondância, né?
Ahh, e a bruschetta tem que ir ao forno? Essa eu não sabia...

terça-feira, janeiro 23

Fui ver o Murteirense!

Pois é, neste Domingo que passou desloquei-me ao campo do Murteirense. E para não variar, sempre que vou ao "estádio" o clube da terra... não ganha. Depois de ter estado a vencer por 2-0, deixou que o adversário empatasse. Ainda incitei a violência nas bancadas mas como já me conhecem, ninguém me ligou pevide.
Nos restantes jogos passou-se tudo com normalidade.
O Spórtém lá ganhou.
O Benfas, depois de nos fazer sofrer, como é habitual, também levou de vencida o Leiria. Certo é que a 15 minutos do fim, eu já chorava agarrado ao meu ursinho de peluche... mas lá demos a volta.
O FêCêPê nem ganhou, nem perdeu... não jogou!
Venham os próximos.

P.S.
A passagem do ursinho de peluhe surge neste post só porque fica bem... obviamente já não tenho ursinho de peluche e muito menos idade para estas merdas de meninos!

segunda-feira, janeiro 22

dia do design # Fred Kradolfer

Photobucket - Video and Image Hosting
Poster de Fred Kradolfer para o Pavilhão português da Exposição Internacional de Paris, de 1937.

Hoje este espaço é dedicado a um artista, digamos "português" que trabalhou na área do "affiche"! Desconhecido por muitos foi um dos grandes cartazistas a trabalhar em portugal: Fred Kradolfer.

Nascido no ano de 1903 na Suiça (apesar de a dúvida persistir, pois muitos historiadores afirmam que Fred Kradolfer seria alemão, o que eu não acredito) chegou a Portugal em 1928.
Kradolfer foi o mentor das artes da decoração e da publicidade para a segunda geração de artistas modernistas. Um artista multifacetado, impulsionou o desenvolvimento das artes gráficas em Portugal, tendo usado a sua criatividade em diversos meios, do cartaz ao vitral, da cerâmica aos anúncios luminosos. Fred Kradolfer foi o gráfico que revolucionou o cartaz em Portugal na década de 50.
Após ter vivido em Paris e na Bélgica, e de ter concluído o curso de Ourivesaria na Escola de Artes e Ofícios, em Zurique chegou a Portugal no final da década de 20, pertencendo ao grupo artístico promovido por António Ferro. (António Ferro, pai de António Quadros e avô de António Ferro, este último é o director geral do IADE).
Desenvolveu trabalhos como decorador na Exposição Colonial (1931) e na Exposição Internacional (1937), ambas em Paris, na Exposição Internacional de Nova Iorque (1939) e na Exposição do Mundo Português (1940).
Kradolfer teve o previlégio de pertencer a uma geração de ouro no panorama das artes. O seu trabalho foi desenvolvido juntamente com artistas consagrados como Bernardo Marques, Carlos Botelho, Emmerico Nunes, José Rocha, Paulo Ferreira e Thomaz Mello, grupo conhecido como a "equipa de António Ferro" ou a "equipa do SPN (Secretariado de Propaganda Nacional).

A decoração do Pavilhão Português apresentado na Exposição Internacional de Paris, de 1937, foi uma das mais notáveis realizações plásticas da década, internacionalmente reconhecida, e esteve a cargo de uma equipa constituída por Fred Kradolfer, que a liderou, e pelos pintores Bernardo Marques, José Rocha, Carlos Botelho, Tom, Emmerico Nunes e Paulo Ferreira.

(ver mais n' outro blog!)

sexta-feira, janeiro 19

Devaneio de sexta # o casamento

Este espaço também faz parte da nova "linha editorial" do blog.
Aqui cabe tudo. Imagens, textos em formato anedota, poemas para chorar e frases lindas de morrer.
Inauguro este espaço com um primeiro texto, enviado pela minha querida prima, Liliana.

Era uma vez um rapaz que perguntou a uma linda rapariga:
- Queres casar comigo?
Ela respondeu:
- Não!
E o rapaz viveu feliz para sempre, foi pescar, jogou futebol, papou resmas de gajas, visitou muitos lugares, estava sempre a sorrir e de bom humor, nunca lhe faltava dinheiro, bebia cerveja com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém mandava nele...
À rapariga apareceu celulite, algumas varizes e as mamas descaíram como se fossem dois bacalhaus pendurados ao peito e acabou por ficar sozinha.

quarta-feira, janeiro 17

A minha primeira (e última) experiência... digamos estranha!

Ontem tive uma experiência que pode ser considerada "um tanto ou quanto paneleira"!
Convenceram-me a fazer uma aula de hidroginástica!
Dentro de água estavam 4 sexagenárias, 2 quarentonas, um velhote baixinho, gordinho e quase sem pescoço, a minha Pandora (responsável por esta triste ideia), a monitora... e eu!
No mínimo aliciante esta minha aula! Muito aliciante...

PS
Sexagenária significa "na faixa etária dos 60 anos" e não "gajas que gostam de sexo"!