origem

quarta-feira, abril 6

Designer ou outra merda qualquer?

O técnico da Netcabo foi lá a casa.
Entrou no atelier, olhou e disse, muito convicto da sua afirmação: "Ahhh, o sr. é arquitecto!"
Não, não sou. Sou designer!
Ahhhh, pois... - resposta do totó da Netcabo, com desdém.
É assim tão mau?
Deixei de ser o gajo que até faz bonecos com graça para passar a ser... qualquer coisa que não é arquitecto!
Fixe! Para a próxima digo-lhe que vivo do ar, e que montei uma fábrica de ventoínhas!

O problema da habitação

"Para pagar a casa, portugueses têm que trabalhar o dobro dos anos dos espanhóis."in Jornal Metro.
Será que são as casa que são mais caras em Portugal ou será que os portugueses ganham muito menos que os espanhóis? Ou serão estes dois factos em simultâneo?
E os espanhóis ainda param para dormir durante a tarde...

Nem quero pensar o contrário!

Superliga: Nunca um líder com tanto avanço a sete jornadas do fim foi ultrapassado na recta final ao longo dos últimos 30 anos
E a vantagem será suficiente?
Neste campeonato acontece tudo... espero que a estatística se confirme, pelo menos até ao final da época!

terça-feira, abril 5

Profissões e funções

Médico excitava-se a apalpar doentes.
Ser médico é profissão.
E apalpar? Será a sua função?
Provavelmente é, mas... com conta peso e medida! Ou não?

O período vanguardista


Com o começo do séc. XX a comunidade artística aventura-se em novos modos de expressão gráfica. O Futurismo foi um dos primeiros movimentos que rompeu com a estética e com a forma tradicionais. Os avanços tecnológicos da época levam os futuristas a mitificar a máquina e a adoptar a velocidade quase como religião. O movimento e a cor, a vertigem e o contraste, a máquina como ser supremo!
Todo o tipo de fontes é utilizado, mas o seu uso é explorado ao limite. Os textos são trabalhados e arranjados pelo designer de uma forma muito livre, jogando-se basicamente com o contraste das formas e tamanhos, diagonais e repetições sequenciais.
O movimento Dada, surge em Zurique por volta de 1915, como reacção aos absurdos da 1ª Grande Guerra Mundial, e rapidamente se espalhou por toda a Europa. A tipografia dadaísta estava comprometida com a ideologia da corrente, mas a liberdade das suas formas encontrava-se ligada à experimentação individual de cada um. As letras juntavam-se e repeliam-se ao mesmo tempo formando figuras bizarras, as linhas ora engrossavam ora ficavam cada vez mais finas, gerando grandes contrastes, surgindo em alguns casos como mais m elemento pictórico, ilustrativo e de composição visual de qualquer arranjo gráfico. Se no campo da arte o movimento Dada se regia segundo o lema “a arte pela arte” no campo do design gráfico pode dizer-se que a directiva principal era “a letra como grafia emotiva” ou seja, uma determinada forma de uma qualquer letra ou arranjo tipográfico tinha também uma outra função que não a frásica e de leiturabilidade, adquirindo assim também uma função emotiva, irónica e interventiva.